Nas últimas duas semanas não se comenta outra coisa a não ser a derrota do lutador Anderson Silva para Chris Weidman no último dia 6.

Aos poucos a luta que havia começado com um certo "fervor"  vai decepcionando os brasileiros e fãs do atleta, principalmente quando ainda com a guarda baixa o nosso Spider  não resiste e perde por nocaute.

A repercussão da luta não viria de forma tão inusitada, se o ex-dono do cinturão não tivesse declarado ao final da luta sua falta de interesse em recuperar o seu posto, quando interrogado  pelo presidente do UFC Dana White.

White, que por sua vez se irritou com as manifestações de que a  luta foi comprada, disse que foi possível ver o Anderson já imóvel, com os olhos girando."É… armações existem seus idiotas de m*** ", disse ele.

O brasileiro abriu o jogo e o coração em uma entrevista exclusiva para o Fantástico no último domingo e afirmou a difícil aceitação de se perder uma luta, já que os treinos de 4 meses têm como objetivo a vitória.

Uma das características do brasileiro é lutar de forma calma e calculista, e disse ter aprendido da pior forma possível.

Spider deixou claro de que não luta somente pelos "fãs" e sim porque tem adoração ao esporte e diz ter se chateado com certos comentários: '"Os fãs mostraram que eles não são tão fãs assim.", declarou o lutador.

Em resposta ao rival Vitor Belfort, que também criticou sua postura via e-mail, Anderson afirma apenas que não houve em momento algum o desrespeito aos fãs e aos colegas da modalidade.

Já em sua casa na Califórnia onde mora com sua família, Anderson Silva voltou aos treinos mas por questões médicas não irá lutar até o dia 21 de agosto. Já quando o assunto é a aposentadoria, a resposta vem de imediato: " Ainda não é hora"; e sobre a tão falada revanche, haverá sim outra luta, no dia 28 de dezembro, reconsiderando que deve se superar novamente como já ocorreu em várias outras etapas da sua carreira.

Por Luciana Ávila


Como é de costume, Juvenal Juvêncio, concedeu uma entrevista do jeito que lhe é peculiar. Isto é, polêmico.

Quando questionado o porquê da contratação de Paulo Autuori e não Muricy Ramalho que era preferência entre os torcedores do São Paulo, ele deixou claro de que a pressão feita pela torcida não ia fazê-lo mudar de ideia quanto a melhor opção para o time atualmente. Acrescenta que tem muito respeito pelo treinador que esteve no time até 2009, porém aponta que o time está desmotivado e que Paulo Autori virá para acrescentar e tentar resgatar a coesão do time.

Juvência falou ainda que sabe identificar que os torcedores podem se rebelar contra os dirigentes, mas ele afirma – com certo ar de resignação-, que isso “…faz parte do cotidiano: os atletas ganham e os dirigentes perdem…”. Ou seja, o dirigente acredita que poderá ser criticado devido a sua decisão.

Como era de se esperar, alfinetou o time do Corinthians dizendo que as pessoas não deveriam ficar surpresas com a dança dos técnicos no São Paulo porque algo similar vem acontecendo no Timão.

Durante toda a entrevista, ele teve uma postura de confronto.

Por Melina Menezes.


Diego Forlán, atacante do time gaúcho Internacional, numa entrevista  para a Rádio Sport1890 do Uruguai disse que não pretendia voltar ao futebol do seu país nos últimos anos de carreira que lhe resta.

O jogador afirmou que os torcedores uruguaios são muito críticos em relação aos atletas do país que saem para traballhar em outros países, acrescenta que eles esperam grandes atuações sem tomar em conta a idade dos jogadores.

Segundo o atacante, a cobrança feita pela torcida não diferencia atletas de vinte ou trinta e seis anos de idade, ou seja, reconhece que a sua habilidade já não é mais a mesma por questões fisiológicas humanas normas.

Outra afirmação do Melhor Jogador da Copa do Mundo de 2010, título que adquiriu pelo excelente desempenho no campeonato deixando o Uruguai em quarto lugar, é que ele se sente triste perante o afastamento do colega de Seleção e amigo, Sebastián Abreu. Abreu foi afastado do Nacional (time uruguaio) e estaria recebendo fortes críticas dos torcedores uruguaios.

Na entrevista disse que seria interessante para ele participar de um time árabe ou americano antes de literalmente “pendurar as chuteiras”

Por Melina Menezes


Pelo visto, as polêmicas envolvendo o técnico Dunga, do time gaúcho Internacional, estão longe de acabar.

Desta vez, o técnico durante uma entrevista na Rádio Gaúcha, respondeu à pergunta de Rodrigo Oliveira com certa rispidez. Ao ser questionado sobre as escolhas de jogadores nas últimas escalações do time, ele respondeu que as opiniões dos jornalistas ou dele de nada valia, que o importante mesmo era como a equipe se desenvolvia no campo.

Agregado a isso, ele deixou em aberto a possibilidade desse jornalista estar recebendo presentes ao questionar certos jogadores no time gaúcho. Este mal entendido arrastou a discórdia para o resto da imprensa gaúcha que recebeu esses comentários como agressões e repudiaram a atitude de Dunga.

O repudio a esta atitude com o jornalista da Rádio Gaúcha veio por meio de uma nota publicada pela Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos (Aceg). Nela, está claro que a atitude de Dunga foi mal vista pelos jornalistas que lamentaram o acontecido, além de defender o colega de profissão.

Como foi referido no inicio do artigo, Dunga coleciona divergências com os jornalistas como o desentendimento com Alex Escobar (Rede Globo) chamando-o por palavras de baixo calão e fechando os treinos da Seleção Brasileira para os meios de comunicação.

Por Melina Menezes





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