De acordo com estudo da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), foram gerados R$ 20,7 bilhões na economia nacional durante a Copa das Confederações 2013, evento que serve como teste a Copa do Mundo. Os números funcionam de subterfúgios aos defensores da Copa do Mundo Fifa Brasil 2014.

A nota publicada na página oficial do Ministério do Turismo demonstra os impactos que eventos da FIFA geram no país em termos econômicos. Aumentam as reservas cambiais, número de turistas, cresce o consumo do comércio, entre outras benfeitorias.

Poder público indica que R$ 11 bilhões da quantia gerada se refere de forma direta aos gastos dos turistas, eventos do COL (Comitê Organizador) e investimentos dos setores públicos ou privados. O resto do valor se equivale à renda acrescida ao PIB nacional.

Não se pode ignorar o fato de que as cidades sedes da Copa do Mundo receberam a maior parte da renda, o que se equivale em 58% do total. Em contrapartida, a quantia restante segue ao resto do país, um exemplo prático de como o evento influencia a economia em termos gerais.

Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Recife e Salvador foram cidades sedes que receberam a maior parte da renda gerada na Copa das Confederações, que aconteceu no ano passado e teve o Brasil como campeão.

O PIB no Rio de Janeiro aumentou em quase R$ 2 bilhões por causa do evento. Movimento financeiro no Estado esteve na faixa dos R$ 6 bilhões. Turistas brasileiros ou estrangeiros gastaram quase R$ 120 milhões, indica o Ministério do Turismo.

O COL contribui com valor pouco além do que R$ 500 milhões dos R$ 20 bilhões gerados na Copa das Confederações. O Comitê gastou R$ 300 milhões nos eventos, valores que não chegam perto dos R$ 9,7 bilhões da renda que o evento gerou aos cofres públicos.

Por Renato Duarte Plantier

Copa das Confedera?es

Foto: Divulgação





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