Copa de 2014 – Manifestações, Protestos




Perante as diversas manifestações que tem ocorrido no país em contra da Copa do Mundo, a Federação Internacional de Futebol (FIFA) tem declarado desde o dia 14 de Junho que os protestos não vão abalar a realização da Copa de 2014 no Brasil e que confia nas autoridades locais para solucionar essa situação.

Desde a semana passada, quando os protestos começaram inicialmente reivindicando a redução do valor da passagem de ônibus no Rio de Janeiro e em São Paulo, parece ter havido um "despertar" do povo e a população mobilizou-se em prol dos seus direitos à educação e saúde, além de exigir melhores condições no transporte público.


Uma das principais causas de impasse entre o governo e os manifestantes é a realização da Copa do Mundo de 2014 aqui no Brasil e isso foi motivo de vários protestos de norte a sul do país. Manifestantes, por um lado, reclamam dos altos valores investidos na reforma de estádios e locais onde haverá maior trânsito de turistas, já o governo, por outro, mantem uma postura reservada e a Presidente Dilma Rousseff pronunciou-se somente  no dia 18/06 acerca das manifestações que ocorrem nos quatro cantos do País.

Sobre essas mobilizações a Presidente afirma que é a favor dos protestos pacíficos e que isso faz parte do exercício da cidadania. Quanto às reinvindicações que ocorrem em 12 capitais e em mais 16 cidades aproximadamente, ela diz que o seu governo esta aberto a ouvir as "vozes da mudança".

A FIFA tem mantido o seu discurso e continua afirmando que a Copa irá ser sediada pelo Brasil e que está confiante quanto a atuação das autoridades competentes perante os atos de vandalismo que ocorrem devido a atuação de grupos extremistas nas manifestações.


O secretário-geral dessa entidade disse que todos os brasileiros ficarão satisfeitos caso o Brasil ganhe a Copa e conquiste o sexto título nessa competição.

Realmente, o povo fica feliz com as conquistas do futebol mas não está alienado as necessidades e questões sociais. Eis que surge o Movimento "Acorda Brasil".

Por Melina Menezes



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